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quinta-feira, 14 de junho de 2012
Mais uns efeitos de Lomografia
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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
Pela Batalha
Mosteiro da Batalha
Dir-se-ia obra de bordadeiras, tal é a intensidade do rendilhado
da pedra de lioz do Mosteiro da Batalha, símbolo marcante da Dinastia de Aviz,
um dos melhores exemplos da arte gótica portuguesa e uma das obras mais
importantes da nossa arquitectura.
Mandado construir em cumprimento de um voto de D.João I a Santa Maria da
Vitória pela derrota dos castelhanos em Aljubarrota em 1385, as obras
iniciaram-se em 1388, data da entrega aos Monges Dominicanos, sob a direcção do
mestre Afonso Domingues e mais tarde de Huguet, prolongando-se até ao século
XVI.
A visita começa pelo pórtico principal, conjunto escultórico mais
importante do Mosteiro que reflecte a corte celestial. Recortado por seis
arquivoltas decoradas por anjos, profetas e reis de Judá, as estátuas dos 12
apóstolos assentes nas mísulas dos colunelos e mostrando no tímpano Cristo
rodeado pelos quatro evangelistas no gume do arco Cristo coroa a Virgem, sendo
o conjunto encimado pelos escudos de D. João I e D.Filipa.
O templo em forma de cruz latina é
dividido em três naves por majestosas colunas com cerca de 30m de altura,
adossada no lado direito a Capela do Fundador, mandada erigir por D. João I
para seu panteão e sucessores. Como curiosidade, além dos fundadores, o Infante
D.Henrique é o único que apresenta baldaquino por cima do túmulo, podendo-se lá
ler o seu e actual lema da Escola Naval: «Talant
de bien faire».
Percorrida a Igreja chega-se ao transepto iluminado por um belo conjunto de
vitrais, remontando os mais antigos ao século XV. Após adquirir o bilhete de
acesso, entra-se para a zona conventual e para o Claustro de D. João I ou Real,
local que alguns defendem como a origem do Manuelino com destaque para os arcos
que em 1515 foram decorados por colunelos encimados por bandeiras com motivos
ao estilo da época. À volta deste claustro acede-se à Sala do Capítulo, com a
sua célebre abóbada, prodígio de engenharia medieval, onde está depositado o
túmulo do Soldado Desconhecido; o Dormitório ou Adega dos Frades, com a entrada
emoldurada por um traço de cordas; a Fonte dos Frades e defronte o Refeitório,
com o seu púlpito das leituras, hoje espaço museológico da Liga dos
Combatentes; a Cozinha, actual loja do IPPAR.
Passa-se ao Claustro de D. Afonso V, feito por Fernão Évora e o primeiro com dois pisos
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domingo, 25 de dezembro de 2011
Por Ourém
Castelo de Ourém
Constantemente observado por D. Nuno Álvares Pereira, o Castelo
de Ourém ergue-se no alto da cidade, obrigando a subir uma íngreme ladeira que
atravessa a parte velha de Ourém. Reza a história que o nome do concelho surgiu
graças a uma moura, de nome Fátima, que se apaixonou por um cavaleiro e se
converteu ao cristianismo, adoptando o nome de Oureana.
D. Afonso Henriques conquistou o primitivo castelo aos mouros,
em 1136. Mas o actual castelo, de planta triangular, só foi edificado em 1178.
Formado por três torres num perímetro triangular, tem no centro
do seu terreiro uma enorme cisterna ogival, alimentada por uma fonte de água.
A torre virada a noroeste denomina-se “torre de D. Mécia”, por
ali ter estado retirada a rainha com o mesmo nome, esposa de D. Sancho II.
Do lado norte do Castelo está o amplo Terreiro de S. Tiago, que
no seu centro tem a estátua de D. Nuno Álvares Pereira, o terceiro Conde de
Ourém, que daqui terá partido para a famosa Batalha de Aljubarrota.
No lado sul, voltado para o Castelo, eleva-se o Paço do Conde D.
Afonso, seguido de dois imponentes torreões. Tanto o Paço como os torreões, são
testemunhos de uma arquitectura invulgar, de inspiração veneziana, que une a
função palaciana e militar.
O crescimento da procura deste espaço, por parte da população,
levou ao alongamento das muralhas de modo a envolverem a vila, das quais ainda
ficaram as Portas da Vila e as Portas de Santarém.
Foi o conde D. Afonso, neto de D. João I, que transformou o
castelo em Paço residencial. E foi também ele que mandou construir, à entrada
da vila, a fonte gótica com pedra de armas.
O Castelo foi parcialmente destruído no terramoto de 1755, bem
como a parte velha da vila.
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sexta-feira, 16 de julho de 2010
Por Coimbra
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