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sábado, 21 de janeiro de 2012

Por Oeiras



Jardim Municipal de Oeiras

Um dos muitos espaços verdes que têm vindo a ser recuperados na zona, possui lagos, árvores, patos, pombos e um grande espaço infantil, com um parque de baloiços e outras diversões.



Ludoteca, no Jardim Municipal de Oeiras, que funciona numa carruagem de carro eléctrico, onde os mais pequenos podem ler, desenhar, pintar e jogar, entre outras actividades.




O jardim, dividido longitudinalmente pela ribeira da Laje, que em tempos abasteceu Oeiras, mas pela qual, hoje, apenas corre um ínfimo fio de água, surge da junção de duas quintas: do lado direito, a Quinta do Arriaga, conhecida pelo seu bosque, tanques e arcos; do lado esquerdo, a Quinta do Proença, onde se vêem tanques de rega e o jardim das laranjeiras.





A ponte de caminho de ferro de Oeiras cruza a Ribeira da Lage por cima do Jardim Municipal. Tem 127 metros de comprimento e foi inaugurada em 1889.








Praia de Santo Amaro de Oeiras
A praia de Santo Amaro de Oeiras é a maior do concelho de Oeiras e uma das mais procuradas.Com restaurantes e bares de praia, existem a poucos metros, no Jardim Municipal, do outro lado da Estrada Marginal, mais restaurantes.
Esta é uma das praias preferidas por muitos veraneantes, que utilizam o comboio para lá chegar. Terá peso nesta preferência o facto de ficar perto a estação de Santo Amaro, mas também o facto de, do outro lado da Estrada Marginal, existir o Jardim Municipal de Oeiras.
É, aliás, bastante comum nas horas de maior calor os relvados ficarem cobertos pelas toalhas de praia.
Não sendo considerada oficialmente «praia balnear», esta praia não é sujeita às análises oficiais regulares do INAG, Instituto Nacional da Água. Ainda assim, a Câmara Municipal de Oeiras analisa regularmente a qualidade da água.










Graffiti no túnel de acesso á Praia de Santo Amaro.




Dama e o Cisne

1995 - Jardim Almirante Gago Coutinho Santo Amaro de Oeiras.



Petiscos



terça-feira, 24 de junho de 2008

Madeira 2008



Ilha da Madeira
Quando o Infante D. Henrique, mais conhecido como o Navegador, juntou os melhores navegadores e cartógrafos de Portugal, no início do século XV, o seu plano era explorar melhor a Costa Oeste de África. Equipados apenas com uma caravela, compassos, bússula e astrolábio, os primeiros capitães estavam muito limitados nas suas diligências e, por estas razões, as melhores horas da história marítima portuguesa foram fruto da sorte dos marinheiros.

Dois jovens navegadores, João Gonçalves Zarco e Tristão Vaz Teixeira, foram afastados da sua rota, pela costa de África, devido ao mau tempo, e depois de muitos dias à deriva pelo alto mar, avistaram uma pequena ilha a que chamaram Porto Santo - a primeira de muitas descobertas. Ao chegar a notícia aos ouvidos do Infante, este ordenou a colonização imediata da ilha . Estava-se no ano de 1419.
Sedutoras como são as areias douradas do Porto Santo, parece-nos hoje incrível que tenha levado quase um ano até à próxima descoberta. Os capitães informaram ter visto um acumulado de nuvens negras ao sul, no horizonte.
Foram, então, encorajados a explorar esse acumulado de mau presságio. As teorias de que o mundo era plano ainda não tinham sido completamente reprovadas, e foi preciso uma grande dose de fé para ultrapassarem a travessia.

Ao aproximarem-se, as enormes ondas do Atlântico, quebrando ao longo da costa Norte e a turbulência em ebulição das correntes cruzadas na Ponta de São Lourenço, não devem ter facilitado a vida aos supersticiosos marinheiros. Mas ao rodear o promontório, descobriram a baía de Machico, a entrada para a ilha paradisíacamente florestada a que chamaram Madeira. O Infante D. Henrique organizou imediatamente a colonização da ilha, com famílias vindas da região do Algarve.

Hoje, a estátua de Zarco olha de cima os descendentes dos primeiros colonizadores, na curva frente ao Edifício do Banco de Portugal, no centro do Funchal. Conforme as possessões além-mar foram diminuindo, o relativo significado desta primeira descoberta foi aumentando. O facto de terem encontrado o Porto Santo durante uma tempestade no Atlântico foi um golpe de sorte.